Mapeamento de retina (imagem ampliada)3 min

Mapeamento de retina: imagem de fundo ampliada (widefield)

O que significa mapeamento de retina em oftalmologia, como se diferencia da retinografia clássica e em quais situações costuma ser usado.

Informação de educação em saúde: não substitui avaliação presencial nem diagnóstico individual.

Revisão do conteúdo: 03/04/2026

O que é “mapeamento de retina”?

Na prática clínica, mapeamento de retina costuma designar técnicas que produzem uma imagem de grande área do fundo do olho — muitas vezes incluindo retina central e periférica em uma mesma aquisição. Fabricantes usam nomes comerciais diversos; o conceito comum é ampliar o campo em relação à fotografia de fundo mais estreita.

Como funciona?

Equipamentos específicos combinam ótica, iluminação e software para montar uma imagem panorâmica ou capturar um campo ultra amplo. Você posiciona o rosto como na retinografia convencional; o resultado é um mapa visual das lesões e do vasoamento visível naquele alcance.

Para que serve?

  • Melhor visualização de alterações na periferia da retina em uma única imagem
  • Apoio ao estadiamento de retinopatia diabética e outras doenças que podem afetar bordas da retina
  • Documentação em vasculites, algumas tumorações ou lesões periféricas

Quando costuma ser indicado?

Quando o oftalmologista precisa avaliar mais retina periférica do que a foto padrão mostra, ou para rastreamento de doenças com risco de lesões extensas. A decisão é individual.

Relação com retinografia e angiografia

  • Retinografia clássica: foco em documentação do fundo; campo varia pelo aparelho.
  • Mapeamento ampliado: prioriza largura de campo.
  • Angiografia fluoresceínica: estuda circulação e vazamento; é outro tipo de exame, frequentemente combinado quando necessário.

Perguntas frequentes

Precisa de imagem ampla da retina?
Agende para combinar mapeamento com fundo de olho e outros exames quando houver indicação — diabetes, miopia alta ou achados que peçam vigilância.