Mapeamento de retina: imagem de fundo ampliada (widefield)
O que significa mapeamento de retina em oftalmologia, como se diferencia da retinografia clássica e em quais situações costuma ser usado.
Informação de educação em saúde: não substitui avaliação presencial nem diagnóstico individual.
Revisão do conteúdo: 03/04/2026
O que é “mapeamento de retina”?
Na prática clínica, mapeamento de retina costuma designar técnicas que produzem uma imagem de grande área do fundo do olho — muitas vezes incluindo retina central e periférica em uma mesma aquisição. Fabricantes usam nomes comerciais diversos; o conceito comum é ampliar o campo em relação à fotografia de fundo mais estreita.
Como funciona?
Equipamentos específicos combinam ótica, iluminação e software para montar uma imagem panorâmica ou capturar um campo ultra amplo. Você posiciona o rosto como na retinografia convencional; o resultado é um mapa visual das lesões e do vasoamento visível naquele alcance.
Para que serve?
- Melhor visualização de alterações na periferia da retina em uma única imagem
- Apoio ao estadiamento de retinopatia diabética e outras doenças que podem afetar bordas da retina
- Documentação em vasculites, algumas tumorações ou lesões periféricas
Quando costuma ser indicado?
Quando o oftalmologista precisa avaliar mais retina periférica do que a foto padrão mostra, ou para rastreamento de doenças com risco de lesões extensas. A decisão é individual.
Relação com retinografia e angiografia
- Retinografia clássica: foco em documentação do fundo; campo varia pelo aparelho.
- Mapeamento ampliado: prioriza largura de campo.
- Angiografia fluoresceínica: estuda circulação e vazamento; é outro tipo de exame, frequentemente combinado quando necessário.